REVELANDO MEUS PODRES

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10 vidas

Eu conheci o Dan na faculdade, mais especificamente no prédio de comunicação, o famoso prédio D, “famoso” mas bem menos centralizado que o resto da faculdade, e seus respectivos prédios.

A gente se via nos corredores, era de lei um olhar para o outro, assim, disfarçando, sabe?
Ele me via sempre com meu (querido) vestidinho floral, um de alcinha que eu adorava usar nos dias de calor, e eu o via sempre com a cara fechada, mal sabia o sorriso lindo que escondia.

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Sobre a importância de deixar o passado simplesmente ser passado

É correto a gente afirmar que o passado é parte fundamental de nós mesmos como seres humanos, afinal, é ele quem nos constrói, quem nos prepara, quem nos ensina.
Eu sempre acreditei e defini ele como um conjunto de lições e aprendizados que aprendemos no decorrer da vida,  mas que apesar disso, ele deve ser deixado no lugar onde é certo deixá-lo: no passado.
O fato é que devemos desapegar um pouco desse passado, focar mais no presente, nas diversas coisas maravilhosas que virão, e sem ser clichê, eu desejo que seu passado se torne realmente passado.
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Sobre The Smiths, luzes e amor

The Smiths sempre foi uma banda que representou (e representa) muito o que sou hoje e sobre minha própria personalidade em si, essa que se desenvolveu através dos anos que passaram e que continuam passando.
Eu não me recordo ao certo quando ouvi The Smiths pela primeira vez, e isso para um fã pode soar um pouco triste, mas entendo que talvez eu fosse muito pequena para lembrar do momento exato, visto que é uma banda que tenho convívio direto desde sempre, só não me recordo a data exata do primeiro contato dos meus ouvidos com o timbre único de Morrissey.

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Apesar de não lembrar a data exata, sei que o primeiro disco que ouvi foi o Best II, um disco que já existia há tempos na minha casa e eu nem sequer sabia.  Estava na fase das descobertas, no auge dos meus 11 anos nascia meu amor por música, e nessa época o meu maior interesse era descobrir bandas novas, artistas novos, desbravar todo o armário da sala e passar horas ouvindo os discos guardados e empoeirados na vitrola que meus pais tinham. Assim que ouvi, me apaixonei imediatamente pelas letras, pela melodia e por toda a composição das músicas, em sua grande parte melancólicas e cheias de amor e de sentimentos.

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